A presidente Dilma terá mais dificuldade no senado do que no congresso para aprovar projeto do salário mínimo, no congresso por exemplo a bancada inteira do PMDB votou fechado com o governo, fato de que essa não será no senado, quase uma semana após a vitoria do governo no congresso setores do PMDB e trata-se do senador Roberto Requião(PMDB-PR) que disse em plenário, “aqui no senado não será 100%”, que provavelmente votara em uma proposta maior.
O ex-governador e agora senador do Paraná discorda do valor salarial defendido pelo governo por conta do salário regional do Paraná ser maior do que o mínimo nacional, em uma entrevista a terra magazine Requião disse: “o meu salário mínimo regional do Paraná no Paraná, era de 765”, provavelmente Requião se alinhara com o senador Paulo Paim(PT-RS), que segundo fontes do governo ira apresentar emenda ao projeto.
Alem desse descontentamento de parte da base aliada, ainda tem o problema do PDT que devera manter o que fizeram no congresso liberando sua base para votar, como por exemplo o senador de primeiro mandato, Pedro Taques(PDT-MT) que em plenário já fez restrições ao projeto, sem contar com os senadores da direita como os do DEM e PSDB.
Para o senador Roberto Requião esse poderá ser um desgaste inoportuno de inicio de mandato, embora ressalvado as implicações de um reajuste maior ele discorda do piso salarial do país, “viver com um salário desse é uma loucura” disse. “se isso significasse aumento das políticas sociais, seria uma compensação”completou Requião. A votação no senado será na quarta-feira próxima, mesmo com toda essa discussão a base aliada acredita na aprovação fácil do projeto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário