A iniciativa tem o apoio de uma série de entidades, entre elas o Conselho Nacional de Saúde, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que subscrevem um manifesto de apoio à criação da frente.
“Passados mais de vinte anos da criação do Sistema Único de Saúde (SUS), é necessário reafirmar os valores da Reforma Sanitária, sobretudo os ideais de ampliação da esfera pública e de transformação social que motivaram essa importante conquista da sociedade brasileira”, diz o parágrafo inicial do manifesto.
O texto observa que a construção do SUS enfrenta “dificuldades” no poder Legislativo, que abriga “interesses antagônicos e excludentes entre si”. ”Os princípios do SUS permanecem sendo atacados pelos segmentos que se opõem à idéia de um Estado solidário e democrático e à construção de políticas sociais redutoras das desigualdades, universalistas e com controle social”, diz o documento.
Um dos objetivos da Frente Parlamentar em Defesa do SUS é tornar o Legislativo mais permeável à participação dos movimentos sociais nas discussões sobre saúde, além de defender o sistema como um instrumento de proteção social, com oferta de serviços públicos de qualidade.
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