Um levantamento prévio no quadro de funcionários da ALEP(assembleia legislativa do Paraná), aponta que nem todos os funcionários do serviços médicos da casa poderia caber no local a qual foi destinado para essa repartição,vejam só, trata se de uma área de 30 metros quadrados com sala de recepção interligada que foi destinada para acomodar 44 pessoas do quadro efetivos da instituição, a assessoria da casa reconhece que se todos resolvessem aparecer no mesmo dia para trabalhar faltaria espaço para acomodar dois terço dos funcionários, já para os assessores envolvidos no recadastramento, mesmo fazendo em turnos de seis horas , não haveria como acomodar tantas pessoas como médicos, enfermeiros e atendentes, trabalhando no mesmo local, já para o presidente da casa os nomes dos funcionários e suas verdadeiras atribuições estão sendo levantadas para saber o que cada um deles fazia realmente no legislativo paranaense.
Para o ministério publico só uma investigação profunda será possível saber a real situação funcional dos trabalhadores efetivos da Assembleia Legislativa, exemplo o caso do homem de 52 anos nomeado a 25 anos como coordenador de segurança da casa e nunca apareceu para trabalhar, informação essa que partiu do próprio servidor que disse que era fantasma no recadastramento dias atrás, o mesmo disse que mora no litoral, nunca soube sua real atribuição na casa, mas recebia aproximadamente 5.000.00 reais mensais de salário, vencimentos esse que já foi suspenso.
Pressionado pela irregularidades reveladas no ano passado, como funcionários fantasmas pela Gazeta do Povo e pagamentos de supersalarios a servidores, essa legislatura resolveu dar um basta, fazendo uma operação pente fino nas finanças da casa, sobrou para um grupo de segurança, que foram admitidos sem concurso publico que foram demitidos no começo deste mês.
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