POR Esmael Morais
No final do ano passado, durante a transição de governo, a “ekipe” de Beto Richa (PSDB) enxergou um rombo nas contas de R$ 1,5 bilhão. O mundo político ficou chocado com os números apresentados pelos tucanos.
Pois bem. Passados os dois primeiros meses da “jestão” do PSDB eis que ontem, surpreendentemente, divulgou-se um novo balanço da “herança maldita” deixada pelos governos Requião/Pessuti: R$ 80 milhões. Uma brutal diferença ante R$ 1,5 bilhão.
O diabo é que alguns desavisados não atentam que se trata apenas de um diversionismo para negar reajuste salarial ao funcionalismo, prometido por Beto durante a campanha eleitoral.
O ex-secretário do Planejamento Enio Verri (PT), líder da Oposição na Assembleia, afirma categoricamente que esses “rombos” são conversa para boi dormir.
Para ele e boa parte daqueles que possuem um pouco de massa encefálica, tudo faz parte do jogo para negar o aumento salarial prometido pelo governador na campanha passada.
“Deixamos uma herança bendita”, disse Enio.
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