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terça-feira, 1 de março de 2011

PAULINHO DA FORÇA ESTA LOUCO PARA CAIR NO COLO DO PSDB.

À  tarde desta terça, o presidente da Força e deputado federal Paulinho (onde já se viu dirigente de central e parlamentar ao mesmo tempo?) deu uma entrevista para o Terra Magazine para dizer que está com o “saco cheio do PT” e mandou o partido “se f.”
Paulinho, desta forma, dá mais uma mostra de que deve estar leiloando a si mesmo. Ele provavelmente quer ver quem dá mais para ele trocar de partido, o PDT, onde teve sua suposta liderança seriamente questionada em episódio recente. A julgar pelo namoro público recente com Aécio Neves e até com ACM Neto, o destino provável é o PSDB.
Ele diz que já esteve perto do PT; que o governo Dilma não corresponde ao projeto iniciado por Lula; que vai procurar os movimentos sociais para construir uma nova luta, ora, a Força Sindical foi fundada com a ajuda monetária e política da FIESP, para atrapalhar a ação da CUT e para funcionar como uma central aliada dos interesses do capital. Sempre criticou os movimentos sociais, o PT, o MST, a CUT.
Paulinho, que é presidente da Força há 12 anos, já defendeu publicamente as privatizações, a flexibilização das leis trabalhistas, já defendeu o Estado mínimo, defendeu a candidatura de Geraldo Alckmin em 2006, ou seja, posar agora de combativo, cobrar que foi “traído”, dizer que é próximo dos movimentos sociais (a quem ele já chamou de vagabundos), criticar o que ele chama de “neoliberalismo” e outras acrobacias midiáticas é realmente constrangedor.
Ele obtém espaço porque essa postura oportunista é útil, neste momento, para parte da grande mídia (que, aliás, sabe bem o histórico do Paulinho e conhece suas imensas e constantes contradições e seu comportamento errático),por um breve espaço de tempo, a Força esteve junto da CUT  em algumas ações localizadas, como a campanha pela criação de uma política de valorização do salário mínimo, juntamente com as outras centrais, com o objetivo de conquistar bandeiras inegavelmente importantes para a classe trabalhadora e só.
A  diferença de concepção da força com a CUT é gritante e sempre continuaram sendo,e não são diferenças pequenas,um exemplo é o imposto sindical, do qual a CUT sempre  se  posicionou contrário a esse modelo que ai esta, defendemos e vamos continuar na luta para o fim desse imposto,  que só pelo nome já diz tudo, a imposição do desconto de um dia de trabalho dos trabalhadores e vamos buscar na luta para que se crie a negociação salarial que será aprovada democraticamente em assembleia junto da classe trabalhadora.


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